Cooperando com a Missão de Deus

Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós”. (1 Cor 3.9).

Uma das mais preciosas verdades que podemos conhecer é a que Deus está em Missão. O Senhor revela a Sua glória em toda criação a fim de que Seu Nome seja Exaltado (Sl 19). Todas as coisas foram criadas para o Seu louvor (Ef 1.12 ).

A missão é a Glória do Seu Nome e nós temos a honra de cooperar com esta missão testemunhando as Boas notícias da salvação em Jesus. Obedecer a Deus, servir com os dons e talentos, buscar fazer a Sua vontade, cultivar o novo mandamento é cumprir a Missão.

Jesus nos ensinou a oração que santifica o Nome do Senhor, “pois dEle é o Reino, o poder e a glória.” Todo discípulo é um missionário nos termos de João 15, “chamados para dar fruto” a fim de que o Pai seja glorificado. Em nossa resistência intelectual/carnal, fugimos e arrumamos desculpas para não nos comprometermos com a missão, mas se somos do Senhor e buscarmos intimidade com Ele ouviremos Sua voz.

Cooperamos com a Missão de Deus das seguintes maneiras:

  1. Uma vida missional – Consciência de que tudo que fazemos deve ser para Sua glória (1 Cor 10.31). Cultivar vida familiar cristocêntrica, trabalhar, santificar-se, se relacionar, etc. buscando sempre a Glória de Deus.

  2. Cooperando com a Igreja Local – Aliança e comprometimento com a Congregação, estar em toda reunião possível, servindo, testemunhando, adorando como corpo de Cristo local. Reunir é testemunhar.

  3. Se envolvendo com Projetos missionários locais – Perceber a agenda de Deus na congregação e cidade e cooperar, ir, servir com seus dons, talentos e força.

  4. Vida de Intercessão missional – Clamar continuamente pela salvação da família, cidade, nação e povos não alcançados. Ter propósitos específicos com o avanço do Evangelho do Reino.

  5. Contribuição financeira – Continuamente semear na obra missionária local e além das fronteiras.

  6. Viagens missionárias – Estar à disposição do Senhor para participar e cooperar com a missão de Deus além das fronteiras municipais e nacionais.

Pr. Alex Maciel
Campos dos Goytacases – RJ

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“O que nos segura no campo missionário não é o amor pelo país ou pelo povo, é o amor e a fé que temos no Deus que nos amou primeiro e morreu em nosso favor”

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Thainá, 28, está envolvida em missões desde os 13 anos trabalhando como intérprete de LIBRAS em sua igreja, mas seu chamado para missões mundiais foi confirmado aos 15 anos de idade em um Congresso de Surdos e Ouvintes em Curitiba -PR.

A missionária relata que por várias vezes foi “tentata” a não começar sua graduação e depois a não terminá-la, para seguir em missões, mas ao buscar a orientação de Deus e da família, entendeu que deveria concluir os estudos e que isso seria útil em seu ministério.

10649577_512330625578290_4429406371554293482_nEnquanto cursava Fisioterapia, participava em suas férias de projetos missionários, como o TransAmapá (organizada pela JMN – Junta de Missões Nacionais), Asas do Socorro em Manaus (com a equipe JUBAC – Juventude Batista de Cotia) e Tenda da Esperança.

Depois de formada, trabalhou um ano e meio na área, mas sentia a necessidade de se aprofundar mais em estudos sobre a Palavra de Deus, investindo em seu ministério. Então, em 2011 se matriculou no CIEM (Centro Integrado de Educação e Missões), que foi direcionado ao discipulado, evangelismo e treinamento de surdos em São Paulo.

Roberto é formado em Letras-Árabe pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e trabalha como professor, “durante minha infância havia o desejo de trabalhar como jornalista, daí o interesse pela língua árabe”, explica o missionário.

Em 2005, Roberto se mudou de Juíz de Fora (sua cidade natal) para o Rio de Janeiro, onde iniciou seu curso de árabe. “Durante o curso tive um encontro com Jesus depois de ter feito evangelismo e orado por uma budista. Na oração, entendi que sou pecador como àquela menina. Hoje estou trabalhando para que outras pessoas, principalmente àquelas que têm origem árabe ou seguem a fé Islã, também tenham a mesma oportunidade de conhecê-lo”, relata.

A partir de 2008, quando abriu seu coração a Jesus, Roberto diz que ouvia um constante chamado à missões, ele então teve a oportunidade de evangelizar um libanês, que se entregou ao Senhor. Seu preparo como missionário começou em 2009, por meio de viagens ao interior de Minas Gerais, nas cidades de Mendes Pimentel e Elói Mendes. Em janeiro de 2011, decidido a se envolver mais, Roberto pediu demissão do emprego que tinha para fazer um curso prático de evangelismo a árabes e muçulmanos.

Thainá e Roberto se conheceram no campo missionário, numa jornada que passou por três países da Europa: Portugal, Albânia e macedônia. Depois desse tempo, ao retornarem para o Brasil, começaram a se comunicar via rede social e telefone, “estávamos passando por lutas parecidas, então combinamos de um orar pelo outro para vencê-las”, relatam.

1526306_10152119205214726_1682962119_nAlgum tempo depois da experiência dos dois na Europa, de acordo com o casal, Roberto foi até São Paulo, onde Thainá mora, para conhecer alguns lugares onde fica o povo árabe (foco do ministério de Roberto). Foi a partir das intercessões que um fazia pelo outro e desse reencontro, que começaram a se aproximar sentimentalmente. “Então, decidimos iniciar um namoro com objetivo do casamento, ele pediu a benção dos meus pais e voltou para o Rio de Janeiro. No meio do ano noivamos e no inicio de 2015 nos casamos”, diz Thainá.

Como experiências desse tempo fora do Brasil, o casal tem muitas histórias. Eles relatam que na Albânia, país com grande influência islâmica, foram visitar algumas igrejas e outros locais onde trabalhariam. Ali uma mulher convidou a equipe para tomar café em sua casa – segundo eles, na Albânia quando alguém o chama para sua casa é uma grande honra. Sendo assim, aceitaram o que enxergaram como uma oportunidade, sem saber exatamente o que esperava por eles. Foi então que a “dona Diana” começou a compartilhar um pouco de sua vida aos 15 voluntários, “bem emocionada ela contou que sentia saudade de seus pais e de seu filho que estava estudando em outro país, então ela aceitou ouvir a nossa opinião enquanto cristãos, ministramos o plano de salvação com o recurso da pulseira com as cores do livro sem palavras e o amor de Deus se manifestou naquele lugar, ela aceitou a Cristo e tivemos a oportunidade de cantar (‘Deus te ama e eu te amo e assim devemos viver..’) e orar por ela em nossa língua, e ainda a presenteamos com uma Bíblia em albanês”, conta o casal.

10353721_693681647391033_253186855518213886_nSegundo Roberto, na Albânia o grupo teve dificuldade em falar às crianças sobre Jesus, “elas diziam que não poderiam aceitá-Lo porque eram muçuImanas”, diz. Assim, Roberto relata que foi por meio do esporte e do toque do Espírito Santo que ele usou como estratégia pedir que os meninos lessem para ele um folheto em albanês, com o pretexto de ensiná-lo a língua deles. “Assim, o Senhor fez com que os meninos lessem a Palavra dEele, esse é o poder do Nosso Senhor quando quer nos usar como ferramenta para a glória de Teu Reino”, complementa.

Como estímulo aos que têm chamado missionário, Thainá e Roberto deixam a seguinte mensagem:
Persevere, honre, ame, obedeça e tema a Cristo de todo o seu coração, só assim você terá a ousadia de sair do seu país para servir ao Senhor longe de sua família, igreja e amigos. O que nos segura no campo missionário não é o amor pelo país ou pelo povo, é o amor e a fé que temos no Deus que nos amou primeiro e morreu em nosso favor.” E com respeito aos que são chamados para fazer missões onde estão, em suas próprias cidades, eles aconselham:

11072720_10153179071344726_6929456613293762590_nSeja luz, não deixe a rotina, o comodismo e as mazelas deste mundo influenciar suas atitudes, seja canal de bênçãos nas mãos do Senhor. Admiramos muito os que ficam e são corajosos, não se envergonham do evangelho. Pela graça do Senhor temos presenciado muitos cristãos sendo luz neste mundo caído.”

Hoje, Thainá e Roberto estão em São Paulo – SP. Thainá trabalha com ensino, evangelismo e discipulado para surdos e Roberto trabalha com apoio aos refugiados e estuda Teologia. O casal define o chamado da família deles com o versículo 6 do capítulo 11 de Hebreus:
Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”.

Pedidos de Oração:

– Nossa adaptação como casal (nos casamos há 3 meses)

– Pela adaptação e emprego para o Roberto em São Paulo

– Por recursos para pagar o Seminário

– Por direção ministerial aqui em SP, queremos nos engajar mais na questão dos refugiados, orem para que nossa igreja nos apoie.

Novos Desafios

– Aprimoramento do inglês na forma que Deus desejar, já que nossa pretensão é sair do Brasil daqui uns 2 anos, após Roberto e eu terminarmos os estudos de teologia, conforme for a vontade do Senhor.

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CARTA INFORMATIVA – MISSIONÁRIOS FAGNER E LUCIANA

ooo“Não vos lembreis das coisas passadas… Eis que farei uma coisa nova”
Nossa escola já começou temos no total 9 alunos e 9 obreiros, temos Sul Africanos,
Americanos, Suíços e outros. A equipe é uma equipe talentosa chamada por Deus
para proclamar nas nações o seu amor, perdão e salvação. O tema para a escola
desse ano está em Isaias 43:18-19 e o Senhor têm nos desafiado a viver pra ELE
em relacionamento íntimo e consistente, recebendo cura e restauração. Queremos
deixar essa palavra com você hoje, vamos esquecer de tudo aquilo que tenta nos
segurar em nosso passado e vamos encher nosso coração de esperança para o
novo do Senhor em nossas vidas. Agradecemos pela sua intercessão e
investimento na missão que o Senhor tem nos dado, prosseguimos aqui como
família, discipulando e treinando jovens líderes para alcançar as nações com a
verdade do evangelho. JUNTOS NÓS VAMOS MAIS LONGE !

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Logo de início tivemos o privilégio de participar do Niko, onde fomos desafiados e expostos a situações, simulando crises e desafios, puxando-nos o tempo todo à superação, dependendo um do outro e de Jesus.

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A TDTS 15 irá para Durban, uma cidade portuária aqui na África do Sul, e também a Tanzânia, país vizinho ao Kenya. Ao todo, o prático será de 11 semanas. Vamos cobrir essa equipe em oração!

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Nossos alunos e Lu no jantar de abertura da nossa Escola de Evangelismo e Discipulado. Lu, como sempre, com seu enorme coração de mãe, dando as boas-vindas e mostrando toda a nossa empolgação em tê-los conosco.

  Fagner e Luciana.

ATÉ QUE TODOS, EM TODOS OS LUGARES OUÇAM AS BOAS NOVAS E SEJAM RECONCILIADOS COM DEUS

10437617_10153030871091321_3146217514158565185_nDesde 2002, Samuel Santos está envolvido em missões. Sua primeira experiência foi na Escola de Treinamento e Discipulado da JOCUM (Jovens com Uma Missão), na cidade de Contagem – MG. Em 2005 viveu seu primeiro desafio transcultural na Argentina, onde permaneceu por cinco meses, “Depois disso, muitas outras nações se tornaram parte da minha história”, disse o missionário.

De acordo com Samuel, o processo de adaptação em uma nova cultura varia de pessoa para pessoa. “No meu caso é algo que acontece naturalmente todas as vezes que chego num lugar diferente, entretanto a adaptação se torna mais simples quando há preparação adequada, por meio de treinamento, leitura de bons livros e troca de informações com pessoas que já estiveram naquela cultura ou lugar”, afirma. Ele ainda diz que é essencial que se tenha um coração ensinável e que se compreenda que “nem sempre o nosso jeito é melhor, que não sabemos todas as coisas, por isso, decidir amar outra cultura irá mudar a forma de vê-la e a adaptação acontecerá naturalmente.”

Atualmente, trabalhando como missionário em tempo integral, servindo na Universidade das Nações em Kona – Havaí, Samuel mobiliza, treina e envia novos missionários para os povos menos alcançados, Segundo ele a frase”Até que todos em todos os lugares ouçam as boas novas e sejam reconciliados com Deus”, define seu chamado. No momento está envolvido em duas escolas de treinamento: a ETED Traiblazers, que cria a oportunidade para jovens viverem sua primeira experiência no campo missionário; e a Escola de Missões Fronteiras Apostello (do grego, separar para enviar), que prepara missionários de longo prazo para os povos ainda não alcançados.1a2eef60-fc0f-455a-898b-9369ec73713f

Como experiências marcantes desse tempo que vive em missões, o missionário destaca duas do tempo em que esteve na Índia, seu mais recente desafio; a primeira foi de ter a oportunidade de levar o grupo que foi o primeiro a pregar o evangelho em três vilas, “fomos os primeiros e, com certeza, outros irão para continuar o trabalho que foi iniciado, plantando igrejas e discipulando aqueles que nasceram de novo”, relata. A segunda foi a possibilidade de agir diretamente contra o tráfico humano, resgatando duas meninas que estavam em risco, “oferecemos a elas a oportunidade de estudar e viver em segurança, bem como a possibilidade de conhecerem a Cristo e aprenderem sobre seu amor verdadeiro”.

Ainda com relação ao trabalho desenvolvido na Índia, o missionário diz que foi um grande desafio, pois ele liderou um grupo de jovens de 18 a 20 anos, o que coloca sobre ele grande responsabilidade, ainda mais se tratando de uma região remota onde ser cristão já representa grande risco. Segundo ele, muitas foram as dificuldades: para conseguir os vistos de toda a equipe, para comprar as passagens, pagar as despesas da viagem para se comunicar com os contatos do país, além da opressão espiritual. “Foi também um desafio da minha fé, que parece ser esticada um pouquinho mais todas as vezes que me disponho a obedecer e ir para as nações”, disse.

68a9d210-6e01-4401-bd0c-96536f809281Juntamente com as experiências e desafios vividos, existem também algumas dificuldades que, segundo Samuel, são diferentes de acordo com o lugar em que o missionário vive, algumas delas são a comunicação, a acomodação, o transporte e a alimentação mas, “em geral, os maiores desafios no campo estão relacionados a saúde emocional e espiritual, principalmente por causa da sensação de sempre estar andando sozinho, lutando dia a dia para executar seu ministério, muitas vezes sem ver frutos com tanta rapidez e, ainda a perseguição, que é real na maioria das nações que temos trabalhado”, relata.

Como estímulo as pessoas em relação ao ministério, Samuel afirma que todos têm um chamado a ser vivido e, em sua opinião o chamado comum a todos está descrito em Mateus 28:18 a 20: eb614100-e9bd-430f-9804-fc3e25d12af2

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”

Ele complementa dizendo que cada um é capacitado para viver este chamado, principalmente sendo testemunhas vivas de quem é Cristo e pregando o evangelho de todas as formas possíveis, “discipulando todos que pudermos em todo o mundo, isto inclui seu vizinho e seus familiares.”

Samuel termina lançando um desafio:

Eu quero te encorajar a gastar tempo lendo a Bíblia e a compartilhar esta história com todos, o evangelho é simples e amar é fundamental na fé Cristã”.180669cb-dbf5-4bd7-bba7-fe0df6ea939d

Pedidos de oração:

Familiares – por proteção, saúde e portas abertas para ministério e negócios.

Ministério – pelas escolas de treinamento que tenho promovido, para que mais pessoas possam vir e serem treinadas, enviadas e que permaneçam no campo.

Pessoalmente – Proteção contra acidentes e ataques do inimigo, proteção da integridade física, sabedoria para discipular e tutorear nossos alunos, criatividade e finanças.

bb42703a-a103-448a-99ab-9ffc4af81cb6Novos desafios:

mudança no tipo de visto que tenho, mudar o visto significa que poderei servir melhor e ter projetos mais concretos por um período maior de tempo. O desafio é organizar todos os documentos que são exigidos.

A preparação das próximas escolas também é um grande desafio.

Estruturar melhor nosso cuidado pastoral com todos os missionários que temos enviado ao campo. Queremos mantê-los o mais saudável possível e mantermos uma boa comunicação e acompanhamento de suas atividades, conquistas e dificuldades através de palavras de encorajamento compartilhando o que Deus tem nos falado para eles.

Qual é teu chamado?

Quando alguém nos faz essa pergunta, provavelmente vamos pensar em algo que sabemos e que gostamos de fazer para Deus. Mas é certo que aquilo que veio à minha e à sua mente é só parcialmente verdade. Se não fosse, por que Paulo oraria para que Deus desse aos efésios revelação da “esperança do seu chamamento”? É certo não sabemos tudo o que Deus espera de nós e tem reservado para nós, por isso, é necessário que vivamos sempre em oração, pedindo pra que Deus nos abra os olhos do coração para saber o que Ele tem sonhado para nós HOJE.

Por outro lado, pensamos que chamado é o que sabemos fazer para Deus, porque essa definição é a mais fácil. Mas não foi assim com Moisés. Deus o chamou para algo que ele não teria condições de fazer sozinho, e assim é o nosso chamado. Nosso chamado não é possível de ser realizado por nossas capacitações naturais, e também não existe um botão que foi apertado em nossa conversão para que automaticamente todas as provisões divinas cheguem até nós sem que se faça nenhum esforço humano. Toda a provisão de poder espiritual e sabedoria que precisamos para exercer nosso chamado (que vai além daquilo que sabemos e gostamos de fazer para Deus) toma lugar logo após duas coisas:

A primeira é a consciência de que o serviço a Deus não é algo que fazemos pela diversão ou pela nossa capacitação. Ser agradável ou ser algo que sabemos fazer nunca deve ser a razão de o fazermos. Só existe um motivo para o fazermos: Jesus merece nossa gratidão pelo sacrifício cruel que Ele mesmo se tornou, espontaneamente, em nosso lugar. Se eu souber fazer, isso é bom, se eu gostar, isso é bom também. Mas geralmente não começamos gostando nem sabendo, para que o poder espiritual capacitador se manifeste em nós e Deus receba a glória pelo chamado que nos deu. Mas a razão de servirmos não é que gostamos, sabemos ou temos boas companhias nos ajudando. A razão é Cristo, e porque Ele mandou, assim como a Josué: “não te mandei eu? Seja forte e corajoso!”

A provisão de todo o poder espiritual e sabedoria que precisamos para cumprir o chamado vem, em segundo lugar, de uma vida de oração. Deus chama filhos para trabalharem na mesma profissão que Ele. Esta é a maneira que Ele se aproxima, cria intimidade e deixa Seu legado a seus filhos: dando-lhes um emprego em Sua empresa e os acompanhando de perto em cada movimento, disposto a ensiná-los. Somente filhos são chamados para o serviço santo ao Pai. E sem que haja uma relação entre os dois, não ha também a provisão sendo tomada pelo Pai.

Um filho orgulhoso que tem mágoas com seu pai, jamais pedirá instrução para ele, mesmo que tudo saia errado. Deus espera de nós que o busquemos e nos entreguemos a Ele em oração e dependência. Nosso chamado é por certo maior do que aquilo que sabemos fazer e as atividades que gostamos de fazer, por isso precisamos orar por: maior compreensão do chamado e seus desafios, unção para realizar o que não se sabe e prazer na obediência daquilo que Ele pediu. É isso mesmo! Precisamos orar para que Deus nos ensine a amar Sua santa vontade! Por isso, abra seu coração para receber mais de Deus, ouvir mais de Deus e se dedicar mais a Deus!

Pr. Arthur Martins

Curitiba – PR
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