CARTA INFORMATIVA – MISSIONÁRIOS FAGNER E LUCIANA

ooo“Não vos lembreis das coisas passadas… Eis que farei uma coisa nova”
Nossa escola já começou temos no total 9 alunos e 9 obreiros, temos Sul Africanos,
Americanos, Suíços e outros. A equipe é uma equipe talentosa chamada por Deus
para proclamar nas nações o seu amor, perdão e salvação. O tema para a escola
desse ano está em Isaias 43:18-19 e o Senhor têm nos desafiado a viver pra ELE
em relacionamento íntimo e consistente, recebendo cura e restauração. Queremos
deixar essa palavra com você hoje, vamos esquecer de tudo aquilo que tenta nos
segurar em nosso passado e vamos encher nosso coração de esperança para o
novo do Senhor em nossas vidas. Agradecemos pela sua intercessão e
investimento na missão que o Senhor tem nos dado, prosseguimos aqui como
família, discipulando e treinando jovens líderes para alcançar as nações com a
verdade do evangelho. JUNTOS NÓS VAMOS MAIS LONGE !

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Logo de início tivemos o privilégio de participar do Niko, onde fomos desafiados e expostos a situações, simulando crises e desafios, puxando-nos o tempo todo à superação, dependendo um do outro e de Jesus.

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A TDTS 15 irá para Durban, uma cidade portuária aqui na África do Sul, e também a Tanzânia, país vizinho ao Kenya. Ao todo, o prático será de 11 semanas. Vamos cobrir essa equipe em oração!

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Nossos alunos e Lu no jantar de abertura da nossa Escola de Evangelismo e Discipulado. Lu, como sempre, com seu enorme coração de mãe, dando as boas-vindas e mostrando toda a nossa empolgação em tê-los conosco.

  Fagner e Luciana.

ATÉ QUE TODOS, EM TODOS OS LUGARES OUÇAM AS BOAS NOVAS E SEJAM RECONCILIADOS COM DEUS

10437617_10153030871091321_3146217514158565185_nDesde 2002, Samuel Santos está envolvido em missões. Sua primeira experiência foi na Escola de Treinamento e Discipulado da JOCUM (Jovens com Uma Missão), na cidade de Contagem – MG. Em 2005 viveu seu primeiro desafio transcultural na Argentina, onde permaneceu por cinco meses, “Depois disso, muitas outras nações se tornaram parte da minha história”, disse o missionário.

De acordo com Samuel, o processo de adaptação em uma nova cultura varia de pessoa para pessoa. “No meu caso é algo que acontece naturalmente todas as vezes que chego num lugar diferente, entretanto a adaptação se torna mais simples quando há preparação adequada, por meio de treinamento, leitura de bons livros e troca de informações com pessoas que já estiveram naquela cultura ou lugar”, afirma. Ele ainda diz que é essencial que se tenha um coração ensinável e que se compreenda que “nem sempre o nosso jeito é melhor, que não sabemos todas as coisas, por isso, decidir amar outra cultura irá mudar a forma de vê-la e a adaptação acontecerá naturalmente.”

Atualmente, trabalhando como missionário em tempo integral, servindo na Universidade das Nações em Kona – Havaí, Samuel mobiliza, treina e envia novos missionários para os povos menos alcançados, Segundo ele a frase”Até que todos em todos os lugares ouçam as boas novas e sejam reconciliados com Deus”, define seu chamado. No momento está envolvido em duas escolas de treinamento: a ETED Traiblazers, que cria a oportunidade para jovens viverem sua primeira experiência no campo missionário; e a Escola de Missões Fronteiras Apostello (do grego, separar para enviar), que prepara missionários de longo prazo para os povos ainda não alcançados.1a2eef60-fc0f-455a-898b-9369ec73713f

Como experiências marcantes desse tempo que vive em missões, o missionário destaca duas do tempo em que esteve na Índia, seu mais recente desafio; a primeira foi de ter a oportunidade de levar o grupo que foi o primeiro a pregar o evangelho em três vilas, “fomos os primeiros e, com certeza, outros irão para continuar o trabalho que foi iniciado, plantando igrejas e discipulando aqueles que nasceram de novo”, relata. A segunda foi a possibilidade de agir diretamente contra o tráfico humano, resgatando duas meninas que estavam em risco, “oferecemos a elas a oportunidade de estudar e viver em segurança, bem como a possibilidade de conhecerem a Cristo e aprenderem sobre seu amor verdadeiro”.

Ainda com relação ao trabalho desenvolvido na Índia, o missionário diz que foi um grande desafio, pois ele liderou um grupo de jovens de 18 a 20 anos, o que coloca sobre ele grande responsabilidade, ainda mais se tratando de uma região remota onde ser cristão já representa grande risco. Segundo ele, muitas foram as dificuldades: para conseguir os vistos de toda a equipe, para comprar as passagens, pagar as despesas da viagem para se comunicar com os contatos do país, além da opressão espiritual. “Foi também um desafio da minha fé, que parece ser esticada um pouquinho mais todas as vezes que me disponho a obedecer e ir para as nações”, disse.

68a9d210-6e01-4401-bd0c-96536f809281Juntamente com as experiências e desafios vividos, existem também algumas dificuldades que, segundo Samuel, são diferentes de acordo com o lugar em que o missionário vive, algumas delas são a comunicação, a acomodação, o transporte e a alimentação mas, “em geral, os maiores desafios no campo estão relacionados a saúde emocional e espiritual, principalmente por causa da sensação de sempre estar andando sozinho, lutando dia a dia para executar seu ministério, muitas vezes sem ver frutos com tanta rapidez e, ainda a perseguição, que é real na maioria das nações que temos trabalhado”, relata.

Como estímulo as pessoas em relação ao ministério, Samuel afirma que todos têm um chamado a ser vivido e, em sua opinião o chamado comum a todos está descrito em Mateus 28:18 a 20: eb614100-e9bd-430f-9804-fc3e25d12af2

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”

Ele complementa dizendo que cada um é capacitado para viver este chamado, principalmente sendo testemunhas vivas de quem é Cristo e pregando o evangelho de todas as formas possíveis, “discipulando todos que pudermos em todo o mundo, isto inclui seu vizinho e seus familiares.”

Samuel termina lançando um desafio:

Eu quero te encorajar a gastar tempo lendo a Bíblia e a compartilhar esta história com todos, o evangelho é simples e amar é fundamental na fé Cristã”.180669cb-dbf5-4bd7-bba7-fe0df6ea939d

Pedidos de oração:

Familiares – por proteção, saúde e portas abertas para ministério e negócios.

Ministério – pelas escolas de treinamento que tenho promovido, para que mais pessoas possam vir e serem treinadas, enviadas e que permaneçam no campo.

Pessoalmente – Proteção contra acidentes e ataques do inimigo, proteção da integridade física, sabedoria para discipular e tutorear nossos alunos, criatividade e finanças.

bb42703a-a103-448a-99ab-9ffc4af81cb6Novos desafios:

mudança no tipo de visto que tenho, mudar o visto significa que poderei servir melhor e ter projetos mais concretos por um período maior de tempo. O desafio é organizar todos os documentos que são exigidos.

A preparação das próximas escolas também é um grande desafio.

Estruturar melhor nosso cuidado pastoral com todos os missionários que temos enviado ao campo. Queremos mantê-los o mais saudável possível e mantermos uma boa comunicação e acompanhamento de suas atividades, conquistas e dificuldades através de palavras de encorajamento compartilhando o que Deus tem nos falado para eles.

Qual é teu chamado?

Quando alguém nos faz essa pergunta, provavelmente vamos pensar em algo que sabemos e que gostamos de fazer para Deus. Mas é certo que aquilo que veio à minha e à sua mente é só parcialmente verdade. Se não fosse, por que Paulo oraria para que Deus desse aos efésios revelação da “esperança do seu chamamento”? É certo não sabemos tudo o que Deus espera de nós e tem reservado para nós, por isso, é necessário que vivamos sempre em oração, pedindo pra que Deus nos abra os olhos do coração para saber o que Ele tem sonhado para nós HOJE.

Por outro lado, pensamos que chamado é o que sabemos fazer para Deus, porque essa definição é a mais fácil. Mas não foi assim com Moisés. Deus o chamou para algo que ele não teria condições de fazer sozinho, e assim é o nosso chamado. Nosso chamado não é possível de ser realizado por nossas capacitações naturais, e também não existe um botão que foi apertado em nossa conversão para que automaticamente todas as provisões divinas cheguem até nós sem que se faça nenhum esforço humano. Toda a provisão de poder espiritual e sabedoria que precisamos para exercer nosso chamado (que vai além daquilo que sabemos e gostamos de fazer para Deus) toma lugar logo após duas coisas:

A primeira é a consciência de que o serviço a Deus não é algo que fazemos pela diversão ou pela nossa capacitação. Ser agradável ou ser algo que sabemos fazer nunca deve ser a razão de o fazermos. Só existe um motivo para o fazermos: Jesus merece nossa gratidão pelo sacrifício cruel que Ele mesmo se tornou, espontaneamente, em nosso lugar. Se eu souber fazer, isso é bom, se eu gostar, isso é bom também. Mas geralmente não começamos gostando nem sabendo, para que o poder espiritual capacitador se manifeste em nós e Deus receba a glória pelo chamado que nos deu. Mas a razão de servirmos não é que gostamos, sabemos ou temos boas companhias nos ajudando. A razão é Cristo, e porque Ele mandou, assim como a Josué: “não te mandei eu? Seja forte e corajoso!”

A provisão de todo o poder espiritual e sabedoria que precisamos para cumprir o chamado vem, em segundo lugar, de uma vida de oração. Deus chama filhos para trabalharem na mesma profissão que Ele. Esta é a maneira que Ele se aproxima, cria intimidade e deixa Seu legado a seus filhos: dando-lhes um emprego em Sua empresa e os acompanhando de perto em cada movimento, disposto a ensiná-los. Somente filhos são chamados para o serviço santo ao Pai. E sem que haja uma relação entre os dois, não ha também a provisão sendo tomada pelo Pai.

Um filho orgulhoso que tem mágoas com seu pai, jamais pedirá instrução para ele, mesmo que tudo saia errado. Deus espera de nós que o busquemos e nos entreguemos a Ele em oração e dependência. Nosso chamado é por certo maior do que aquilo que sabemos fazer e as atividades que gostamos de fazer, por isso precisamos orar por: maior compreensão do chamado e seus desafios, unção para realizar o que não se sabe e prazer na obediência daquilo que Ele pediu. É isso mesmo! Precisamos orar para que Deus nos ensine a amar Sua santa vontade! Por isso, abra seu coração para receber mais de Deus, ouvir mais de Deus e se dedicar mais a Deus!

Pr. Arthur Martins

Curitiba – PR
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“Somos a cada instante impactatos pela sua graça e constrangidos pelo seu amor”

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Líderes na Escola de Treinamento e Discipulado na áfrica do Sul, Fagner e Luciana Trinca estão envolvidos em missões desde 1999, e tiveram seu primeiro contato com o trabalho transcultural em 2003, no Senegal.

O casal, que se conheceu na JOCUM (Jovens Com Uma Missão) em Contagem – MG, vive na Africa do Sul com seus dois filhos, Sarai e Abner. Segundo eles, criar os filhos no campo missionário é “uma aventura maravilhosa”, e completam dizendo que “eles são expostos a uma vida de milagres, são um milagre e vivem nesses milagres todos os dias”.

10425475_909339949089925_8463783104493363510_nFagner e Luciana salientam que o fato de os filhos estarem inseridos numa base missionária, no meio de tantas culturas diferentes, permite que eles vejam o mundo de outra forma. “Nossos filhos são abençoados por isso”, complementam.

O processo de adaptação de toda a família num país distante, tornou-se mais fácil, segundo o casal missionário, porque eles já haviam vivido no Senegal e quando foram para a Africa do Sul já conheciam a cultura, os hábitos, a religião e os costumes de lá. Mas eles dizem ainda que “para uma pessoa se considerar fora do ‘choque cultural’ do país, precisa passar pelo menos um ano inserida nele. Em alguns casos o processo é ainda mais lento”

378201_3979343576500_1079375839_nOs missionários definem o chamado da família com a seguinte frase: “Treinar, discipular e encorajar jovens líderes a usarem criatividade e artes para alcancar e servir a outros, compartilhando o evangelho”, e a importância que eles dão a esses jovens líderes fica clara quando se referem a eles como tesouros das nações.

A respeito das experiências marcantes que já vivenciaram, eles dizem que é difícil ressaltar apenas uma, pois toda a vida deles é cercada da provisão e do cuidado do Senhor. “Foram muitos os momentos onde pudemos experimentar seu livramento e bondade, o vemos nas coisas mais simples do dia a dia, e somos a cada instante impactados pela sua graça e constrangidos pelo seu amor”.

Para aqueles que têm chamado missionário, Fagner e Luciana afirmam que não existe nada mais prazeroso do que viver o propósito de Deus, pois “ele é eterno”. O casal ainda incentiva a todos, “descubra o seu propósito e viva por ele. Perto ou longe, não importa

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Pedidos de oração:

* Para que o Senhor continue nos abencoando com os tesouros das nacoes, as pessoas.

* Que Deus continue a nos dar graça e sabedoria para andar com esses meninos, encorajando-os a viver o propósito pelo qual eles foram criados.

* Pela nossa familia, por saúde e força, unidade e alegria, para que continuemos apaixonados pelo Reino

* Por todos aqueles que o Senhor tocou através de nós durante todos esses anos.

“Nunca voltaria atrás e deixaria de viver integralmente em missões”

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Arquivo Pessoal/Miriam Lima

Miriam Lima Monteiro, 44, já passou por muitas experiências no campo. Na base missionária onde vive, trabalha especificamente com crianças em situação de risco, e usa da estratégia de ensino escolar para alcançar `aquelas que têm dificuldade de aprendizagem.

Convertida na cidade de Passa Quatro – MG, pôde conhecer mais sobre missões através de uma amiga da igreja. Miriam já está envolvida em missões há 15 anos, mas há sete anos serve integralmente na base missionária da JOCUM (Jovens com uma missão) na cidade de Curitiba – PR.

Viver com sua família em outro lugar, ainda que no mesmo país, foi desafiador no início, relata Miriam, “aqui no sul do país eles têm uma cultura bem fria, as pessoas são bem fechadas, com o tempo nos adaptamos, mas até hoje sentimos falta do calor humano que existe no sudeste”.

Com relação a criação dos filhos em um ambiente missionário, Miriam diz que é gratificante, pois as crianças têm um acompanhamento, são discipuladas e aprendem a viver em comunidade, a dividir e a renunciar. Ela complementa dizendo que, conforme as crianças crescem, começam a comparar seu modo de vida com o de outras, e que isso precisa ser bem administrado.

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Arquivo Pessoal/Miriam Lima

Como experiência mais marcante que viveu em missões, Miriam destaca uma situação em que uma mulher fugiu com seus 3 filhos (dois meninos e uma menina) do nordeste, pois havia denunciado o marido por ter abusado da filha. Mesmo com toda essa situação e esse sofrimento, as crianças chegaram `a base missionária de Curitiba e aprenderam rapidamente sobre as coisas de Deus, reconhecendo-o como seu verdadeiro pai. “Hoje elas, que moravam em um barraco, estão construindo uma casa, e um dos meninos conseguiu uma bolsa de estudo numa escola particular e fez um curso técnico. Eles sempre lutaram para mudar sua história”, relata a missionária.

Miriam afirma que recebeu uma palavra de Deus que confirmou seu chamado, e que ela nunca voltaria atrás na decisão que tomou de ir e viver integralmente em missões, e ainda incentiva e encoraja`aqueles que sabem que têm esse chamado, pois, segundo ela, “as experiências são inexplicáveis”.

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Arquivo Pessoal/Miriam Lima

Pedidos de oração:

* família, sustento, segurança e livramento, ministério, refrigério, novos desafios e viagem missionária para o Nepal.

Próximo desafio:

* Viagem de 3 meses para Portugal e Nepal, onde a equipe irá treinar a liderança que cuidará de crianças e mulheres vítimas de abusos.

Sustento a ser levantado: R$ 8.500,00.

 

Objetivo

Site criado para que os trabalhos missionários sejam divulgados e que todos nós sejamos estimulados a orar pelos missionários, além de exercitarmos missões onde estivermos.

A página também contará com artigos e devocionais para edificação individual. Crescendo espiritualmente, podemos alcançar o mundo!